
Fico imaginando o que leva um diretor, com seus produtores, com o todo o dinheiro que existe à disposição em Hollywood, a realizar de novo, o mesmo tipo já ultrapassado, a mesma fórmula de sempre, com filmes de catástrofes, não entendo a repetição, sinceramente, já caiu no ridículo. O filme foi feito somente para aqueles que ainda, ao contrario de mim, não cansaram. Eu consigo resumir como sendo uma mistura de "Guerra dos mundos" e "Um dia depois de amanhã", se você já assistiu os dois, vai enxergar isso. John Cusack, faz um escritor, em crise, separado da mulher e dos filhos, o herói. Ele é o designado, não para salvar todo o mundo, mas pelo menos o mundo dele, a família. Quando o fim do mundo chega...o chão se abre, a terra treme, a força das águas vem através de tsunames, o medo toma conta de todos e todas, é triste. O filme é duplamente depressivo, dentro e fora da tela. Cansativo, monótono, não trazendo, exatamente, nada de novo, gerou em mim, tristeza. Não vou negar, o que me levou ao cinema foram os efeitos especiais, mas não salvam, infelizmente, da chatisse sem fim. Quando terminou, eu fiquei triplamente feliz, eu não morri de tédio, estava em boa companhia, e tive aquela sensação de que tão cedo não veria mais filmes de tragédias mundiais espetaculares.
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