
Não é comédia, não é drama, não é terror, não é nada, para mim tão classificação de gênero. Gosto mais do nome em inglês, Motherhood, simplismente maternidade, bem mais interessante do que a tradução tosca aqui do Brasil, Uma mãe em apuros. A Uma Thurman é uma mãe super esforçada, super comprometida com o bem estar da família, é uma super mãe, mas não sabe disso, com a auto estima baixa, ela se joga na ideia de que ser mãe pode não ter sido uma boa ideia. O filme é bem real, imagino que muitas mães se tenham perguntado como seria a vida sem filhos, se tivessem continuado a carreira profissional, é comum. Não estou falando de arrependimento, não é isso. Cada vez que olhava para os filhos, Eliza, tinha certeza que valeu a pena e vale. Ela é escritora, e para não enlouquecer com os cansativos trabalhos domésticos, tem um blog no qual escreve seus anseios e angustias da vida cotidiana e se comunica com outras mães igualmente em apuros. Ela tem um marido fantástico. Mas quando as coisas não vão bem, na visão de Elisa, ele não parece assim tão bom. A história se passa em um dia, o dia do aniversário de Clara, a filhinha fofa, que fará 6 anos. A correria é para preparar a festa, e acontece de tudo! Tudo dá errado até a hora dos parabéns! As vezes chato, bem monótodo, sem graça na maioria do tempo. O legal é saber que mesmo achando que você não tem habilidade nenhuma para ser mãe a natureza ensina. E você consegue cumprir o papel direitinho. Talvez por isso o filme valha a pena ser visto!
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